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Descanso por Alessandro Reiffer
lentidões roxas de exaustas marchas fúnebres luas cheias exauridas decadentes irreais em sono morno de felinos negros em frio de sóis sobre campos longos cantos langues sombriamente celestiais fundos lagos de sonhos parados coaxam sapos versos em sinais todos lentos e cansados como sangues de lábio em asas como aves e névoa em taças e venenos infernais vinhos verdes rosas fadas se derramam das estrelas choram morrem olhos-noites de tristezas em réquiens musicais de amor negro e devastado de um mundo já esgotado em verbo e horas lentas e finais...
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